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Accent – Good or Bad?

Sempre que aprendemos um novo idioma temos um pouco de dificuldade de pronunciar as palavras. Alguns possuem sotaque e outros muito pouco. Esse é um dos pontos mais confusos no desenvolvimento do idioma, saber se a pronúncia está correta ou não.

Aprender uma nova língua requer exigência e paciência. Em primeiro porque você não vai se recordar da palavra que acabou de aprender facilmente, imagine como pronunciá-la então! O bom é que músicas e programas de tv nos deixam envolvidos com a língua facilitando o desenvolvimento da palavra.

O nosso cérebro é um computador e possui uma grande extensão para memorização, mas deve trabalhar um pouco sobre pressão. Para que nos recordemos de algo necessário, o cérebro trabalha com repetição até que você salve esta informação para nunca mais esquecê-la. Da mesma forma acontece quando aprendemos o novo idioma, as dificuldades de recordar como é sua pronúncia começam a surgir.

aid206320-728px-Talk-Like-a-New-Yorker-Step-1-Version-2Com o passar do tempo, você se acostuma com o idioma como uma forma de sobrevivência. Isso mesmo, o seu cérebro entende que de alguma forma você tem que começar a entender para sobreviver entre os demais. Neste caso, estudantes de intercâmbio são vítimas disso, ocorrendo dessa forma a fluência.

Sem mais nem menos as palavras surgem instantaneamente na sua mente, algo automático, construindo naturalmente as frases. Aí surge a pergunta: o sotaque – é bom ou ruim? Claro que a maioria não se importa com ter ou não o sotaque, a questão principal está no falar o idioma independentemente.

Ter sotaque é uma forma natural de comunicação, por mais que isso incomode por vezes, se a comunicação não sofre nenhum tipo de alteração de entendimento, não há problema. Não é coisa ruim, porque sabe-se o quanto é difícil não ter e aprender esta nova língua. Claro que muitos possuem facilidade em se expressar sem nenhum esforço, mas depende do quanto você está disposto a aprender e se dedicar.

O único motivo que este pode prejudicar é no seu objetivo quando o usa. Se pretende prestar uma prova como o TOEFL (Test of English as a Foreing Language) a pronúncia das palavras conta ponto sim e isso pode influenciar no teste. Ou até mesmo se você precisa usar o inglês no trabalho, tanto em reuniões quanto em ligações.

Querer ou não ter o sotaque não é bem uma escolha, mas que pode ser de alguma forma alterado. Se isso é algo que te incomoda, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil existem alguns cursos que reduzem o sotaque.

Mas pare para pensar um pouco, o sotaque não é um problema, mas uma solução! Se você o tem é porque de qualquer forma você sabe outro idioma e isso não influencia em nada na sua comunicação. Então seja feliz com ou sem ele, aprenda, e não se importe com o que os outros fluentes na língua pensam desse seu ACCENT, afinal é um charme não desejado, porém muito querido.

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Não é ruim e não faz diferença se é algo bom, o importante está na comunicação. Se ambos conseguem se comunicar sem qualquer prejuízo, o sucesso esta alcançado. Pratique, estude, escute, e lembre-se:  você é fluente em mais de um idioma, então o que tem demais ter accent nestas horas?

Quer uma boa notícia?
Com o passar dos anos se reduz o sotaque, não completamente mas o suficiente para “lustrar” o seu inglês!

Se você está ainda curioso sobre esse assunto tem aqui um texto para quem quer reduzir o sotaque, dá só uma olhada: http://reallifeglobal.com/como-reduzir-o-seu-sotaque-em-ingles


image1Ana Carolina Alcantara
Biografia:
Nasceu em São Paulo capital é Advogada, formada na Universidade São Francisco, estagiou na Receita Federal do Brasil e no Tribunal de Justica do Estado de São Paulo; Atriz cursando teatro na USF, já apresentou 5 peças, dentre elas “Família quase vende tudo” ao qual estrelou e participou na produção da peça. Formada no curso de corretor de imóveis, atualmente cursa Direito Constitucional na Universidade de Stanford, Califórnia, foi professora voluntária de inglês e gramática em projetos sociais, atualmente trabalha como Au pair nos Estados Unidos. Tempos livre gosta de ler e escrever; escreveu um livro de romance ainda não publicado, inspirado no seu escritor favorito Nicholas Sparks. Gosta de cantar e aprender coisas novas. Apaixonada por música, teatro, cinema e moda.

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